quinta-feira, 6 de junho de 2013

Rodrigo

Quando perdi o meu pai, na turbulência da adolescência, a minha dor crescia de cada vez que parava para pensar no sofrimento da minha avó que perdera o filho (único). Hoje que sou mãe, gela-me o sangue nas veias e falta-me o ar de cada vez que penso nessa traição da natureza que é deixar os filhos partirem antes das mães/pais. Tenho a certeza que deixaria de respirar.

1 comentário:

Rita disse...

gravo por cima as tuas palavras... beijos